José Freixo, o ventríloquo que ventríquola de boca aberta

A parte mais gira do programa da Fátima Lopes é sem quaisquer dúvidas a do José Freixo, esse grande ventríloquo e o seu amigo Pato Donaltim. Fascinam-me o arrojo, a coragem, a ousadia que José Freixo tem ao rejeitar por completo a já muito velhinha (e batida) “escola” do ventriloquismo que obriga os ventríloquos a falar de boca fechada, ao faze-lo de boca aberta, como quem fala normalmente. Isto, meus amigos, é classe. Eu sou faA parte mais gira do programa da Fátima Lopes é sem quaisquer dúvidas a do José Freixo, esse grande ventríloquo e o seu amigo Pato Donaltim. Fascinam-me o arrojo, a coragem, a ousadia que José Freixo tem ao rejeitar por completo a já muito velhinha (e batida) “escola” do ventriloquismo que obriga os ventríloquos a falar de boca fechada, ao faze-lo de boca aberta, como quem fala normalmente. Isto, meus amigos, é classe. Eu sou fa de José Freixo, um ventríloquo muito a frente do seu tempo, que ficará para sempre na nossa memória como o único ventríloquo que alguma vez ousou quebrar todos os dogmas do muito conservador universo ventriloquista, ao “ventríloquar” de boca aberta.   PS: Em breve, prometo fazer uma homenagem a José Freixo aqui no Hemiciclo, em forma de vídeo bem fofinho.

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