A música da Rua Sésamo é um instrumento de tortura (mas olhem que é mesmo)

“Presos de Guantânamo forçados a ouvir AC/DC”, pois é meus amigos, parece que lá para as bandas de Guantânamo se tortura pessoas ao som de AC/DC (e que tortura, ao pé disto a privaçao do sono e a simulaçao de afogamento sao meninas do coro).  Ao que parece, os militares norte-americanos obrigam os prisioneiros a ouvir música muito alto a fim de lhes arrancar algumas confissoes nos interrogatórios, usando grandes exitos de A“Presos de Guantânamo forçados a ouvir AC/DC”, pois é meus amigos, parece que lá para as bandas de Guantânamo se tortura pessoas ao som de AC/DC (e que tortura, ao pé disto a privaçao do sono e a simulaçao de afogamento sao meninas do coro).  Ao que parece, os militares norte-americanos obrigam os prisioneiros a ouvir música muito alto a fim de lhes arrancar algumas confissoes nos interrogatórios, usando grandes exitos de AC/DC, Metallica, Drowning Pool e espantem-se caros leitores, a música do genérico da Rua Sésamo. Sim, essa mesmo, a série do Popas, do Monstro das bolachas e dessa malta toda. Confesso que quando li isto fiquei atónito, sem perceber se isto é tortura ou é só parvoíce. Como é que esperam arrancar alguma coisa a alguém com o genérico da Rua Sésamo? Os AC/DC e Metallica compreende-se por causa do tipo de música, mas a Rua Sésamo catano!? E como é que seria se isto se fizesse em Portugal? Era mais ou menos assim: – Polícia: Entao Cajó…cá estamos…entao foste tu quem roubou a máquina dos sumos, meu malandro? – Cajó: Nao sei do que fala senhor agente… – Polícia: Ai nao? Ai o menino anda esquecido? E se eu te avivar a memória? – Cajó: Ah, voce nao me pode fazer nada, se me bater apresento queixa contra si! – Polícia: Ai é meu menino? E se eu te disser que tenho aqui uma coisa que te vai fazer confessar tudo num instante e sem te deixar uma nódoa negra? Hum? – Cajó: Nao…senhor agente…por favor…isso nao… – Polícia: Olha o meu dedinho já aqui no botaozinho do “Play” e o som no máximo, com o Bass ligado e tudo, ai Cajó que me apetece tanto carregar no “Play”… – Cajó: Nao senhor agente…a música do genérico da Rua Sésamo nao… – Polícia: Entao? Essa coragem toda foi para onde? Olha! Parece-me que te fugiu pelas calças e em forma de liquido! Ah, nao, espera, que isso é mesmo xixi. Agora já nao estamos tao gabarolas, pois nao menino Cajó? Foste tu ou nao foste? Olha! O malandro do meu dedo a ganhar vida e a carregar no “Play”! Olha que linda que é a música Cajó! -Cajó: Aahhhhhhhhh!!!! Naaaaooooooo!!!! Fui eu!!! fui eu!!!! Pare isso!!!!! Pare!!!! Pare!!!! Já agora, aproveito para deixar uns conselhos aos militares americanos: é pá, se voces querem torturar pessoas com música, recomendo-vos vivamente os seguintes artistas: Nelson Ned, Ágata, Tony Carreira, Ágata e Toy, MAS, caso queiram continuar a usar a música da Rua Sésamo nos vossos interrogatórios era capaz de ser melhor se levassem os prisioneiros em grupos ao musical da série, é que parecendo que nao, poupavam muito tempo em interrogatórios…  

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